Segundo Sena, sua atuação como promotor se dava mais em relação à primeira instância, na qual não era preciso lidar com os desembargadores, mas sim com os juízes. Mesmo assim, por conhecer muitos trabalhadores do TJ, o secretário foi político e disse que prefere acreditar que há maioria de bons quadros no local e que é possível confiar no tribunal.
“Eu tenho a convicção de que a maior parte dos servidores e magistrados é honesta e competente. Quase a totalidade. Mas eventualmente, como em todo local, deve ter pessoas descomprometidas. Agora acho que a fiscalização, o acompanhamento dos atos pelo CNJ não só é só feito na Bahia, mas em vários tribunais do Brasil, e é muito salutar. Se o CNJ fez observações, é importante que elas sejam consideradas devidamente. Mas realmente eu não acho que lá haja corruptos, eu discordo dessa avaliação”, sentenciou.
Mesmo assim, Sena pondera que há necessidade de reforma no Poder Legislativo como um todo. Segundo ele, não só a reestruturação das leis é necessária, mas também a organização das instâncias administrativamente para acelerar julgamentos e outros processos. “Dentro das estruturas dos tribunais, não só da Bahia, acho que há uma necessidade grande de uma reforma administrativa.”
Por: Lucas Esteves \\Fonte: Bocão News
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